
Senna, Barrichello e Massa:
O Papel Da Imprensa na Construção de Heróis na Fórmula 1
Uma pesquisa de Catarina Conde Caldas
Seja muito bem-vindo!
Por aqui você vai poder explorar um pouco da minha pesquisa do TCC “Senna, Barrichello e Massa: O Papel Da Imprensa na Construção de Heróis na Fórmula 1”, adaptada para este site como parte do meu trabalho A3 da Unidade Curricular “Produção de Conteúdo Multiplataforma” da Universidade São Judas Tadeu.
Esta pesquisa teve como objetivo demonstrar como a mídia influencia as narrativas de heróis dentro da F1, por meio da análise de reportagens do Estadão sobre a carreira de Ayrton Senna, Rubens Barrichello e Felipe Massa e outros conteúdos que façam menção a eles.
Para isso, irei apresentar os conceitos de herói, anti-herói e antagonista, estabelecidos por Joseph Campbell e posteriormente explorados por outros autores, assim como os estudos que relacionam tais arquétipos à comunicação e ao esporte.
Quando o brasileiro pensa na Fórmula 1, ele pensa em Ayrton Senna. O piloto mudou não somente a história do esporte em si, como também a maneira que o povo de seu país se relaciona com seus atletas. Desta forma, o tema deste trabalho surgiu da curiosidade de investigar como o fim abrupto da vida e carreira de Senna influenciou diretamente seus principais sucessores até hoje: Rubens Barrichello e Felipe Massa.
Se a fatalidade de Senna em Ímola jamais tivesse acontecido, e ele tivesse seguido com sua carreira normalmente, e eventualmente se aposentado da Fórmula 1 em alguns anos… A carreira de Barrichello e Massa teria tido a mesma trajetória? Estaria ainda a imprensa tão desesperada para buscar seu sucessor e um novo herói brasileiro?
É isso que quero responder.
Agradecimentos
Começo agradecendo a minha mãe, Cleufa Conde, que sempre soube que eu estava destinada a fazer jornalismo, e ao meu pai, Quinho Caldas, que me ensinou o que é ser jornalista e apaixonado por Fórmula 1.
A minha família, Alfredo, Caio, Caroline e Cristiane Conde, Rita Cavallari, Regina Forlenza, e meus padrinhos Alfredo Conde e Carolina Cavallari, pelo apoio incondicional.
As amigas que são como uma família: Bruna Serqueira, Isamara Fernandes, Giovanna Rahhal e Monique Esteves, por nossa irmandade.
A família Benedetti: Maria Clara, Maria Eugênia e Pedro, por serem como uma segunda família.
As amigas que a Fórmula 1 me trouxe: Bianca Sorice, Maria Julia Santos e Vanessa Gervasio, pelas infinitas madrugadas, manhãs e tardes esperando as luzes vermelhas se apagarem.
Ao meu orientador, Vicente Darde, pelos ensinamentos.
Ao meu gato, Mané, pela companhia.
A todos aqueles que estiveram comigo nesta jornada.
E por fim, a Lewis Hamilton, por ter me mostrado como a Fórmula 1 pode ser incrível!